FAQ

Vocês praticam medicina?

Não. Não diagnosticamos, não prescrevemos e não recomendamos tratamento.

Quem decide se o tratamento é apropriado?

A instituição e seus médicos. O paciente decide em seguida se deseja seguir.

O que acontece em caso de complicação?

A responsabilidade clínica permanece com a equipe tratante. Um plano escrito deve existir antes da viagem, para a estadia e para o retorno. O médico do Québec não é automaticamente responsável.

Como o prontuário é transferido?

Somente com consentimento do paciente. Este protótipo não coleta prontuários. Um sistema real exigiria criptografia, registro de acessos e revisão jurídica no Québec e, quando couber, no Brasil.

Os pacientes são pressionados a operar?

Não. Um paciente nunca deveria viajar por pressão comercial. Pode parar em cada etapa.

Os médicos recebem comissão de encaminhamento?

Não. Nenhuma comissão de encaminhamento está prevista para médicos do Québec.

Como a empresa ganharia dinheiro?

Por uma taxa de coordenação paga pelo paciente, separada dos honorários hospitalares e da viagem. A faixa de 1.500 a 3.500 CAD é uma hipótese de trabalho, não um preço publicado.

Quem pode ser acompanhado?

Um paciente estável, fora de emergência, apto a viajar, que entende que o cuidado ocorre fora do Québec e aceita o custo. A instituição também deve considerar a viagem apropriada.

E se a pessoa não puder pagar?

Nenhum cuidado gratuito existe hoje. O modelo propõe destinar 20% do lucro líquido a um fundo de acesso, sujeito à estrutura jurídica e fiscal. Não é uma instituição de caridade em atividade.

Isso é para emergências?

Não. Em emergência no Québec, ligue 911.

Vocês têm hospitais parceiros?

Não. Os nomes apresentados são alvos ilustrativos. Não existe afiliação, salvo se um dia for escrita de forma explícita.

Vocês reservam voos?

Não neste modelo inicial. O paciente reserva diretamente ou usa um prestador de viagem com as licenças exigidas. Podemos ajudar a alinhar as datas com a avaliação médica.